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Escola Agrotécnica de Sumé - PB

 

       A Escola Técnica de Ensino Fundamental Dep. Evaldo Gonçalves de Queiroz, mais conhecida como Escola Agrícola de Sumé, é um projeto municipal que está produzindo resultados muito bons. Ela fica localizada na saída para o distrito de Pio X e ocupa uma área de 29 hectares.

        É administrada pela Diretora Quinquinha, ficando a parte prática com o técnico Augusto Jorge, conhecido por Augusto de Zé da Banca.

       A escola possui atualmente 335 alunos, os quais recebem café da manhã e dois lanches, na metade da manhã e na metade da tarde. Nas segundas-feiras também é servido o almoço. A escola atende tanto alunos do centro urbano como da zona rural.

       Além do ensino fundamental, a escola desenvolve projetos de recuperação da vegetação nativa; reprodução em cativeiro de espécies ameaçadas de extinção, ou que apresentam grande redução no seu número na região, e outras atividades ligadas à cultura regional. 

       Existe projeto de se construir novas salas, um auditório e até um parque de exposição de animais, quando se criariam turmas do ensino médio, com a parceria do Governo Estadual. A construção de tanques para criação de peixes e a criação de avestruzes também estão programados.

       Por enquanto, a escola persegue um projeto buscando a sua auto-sustentação, seja através do consumo e venda de animais para abate, como codorna  e coelho, e com a produção e venda do leite de cabra e dos seus derivados, como queijo e iogurte.

      Às sextas-feiras, alunos montam uma barraca na feira para a venda dos produtos manufaturados. Brevemente será instalado um ponto fixo na cidade para atender os consumidores durante toda a semana.
Prédio central , onde funcionam a administração e algumas salas de aulas. Pátio da entrada principal. Ao fundo, o criatório de mocós.
Interior de uma sala de aula. Projeto Roda Moinho, onde são preparadas as misturas protéicas para serem distribuídas com mulheres e crianças carentes.
Centro de Manejo de Caprinos. Centro de Manejo de Suínos. Viveiros para várias espécies.
Reprodução da asa-branca em cativeiro para repovoamento da região. Viveiro de coelhos, usados para consumo interno e comercialização. Videiras para uso da uva na própria escola e também para a venda.

 

Veja reportagem veiculada no jornal Correio da Paraíba, de 15.12.2002, sobre a Escola Agrotécnica de Sumé.

 

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